terça-feira, 25 de agosto de 2009

JMN




Tema:
As nações clamam! Então Usa-me, Senhor

É tempo de dizer: Eis-me aqui!

Nos últimos dois anos, os temas das Campanhas de Missões Mundiais – em 2007, “Igreja de Cristo: Luz para as nações” e 2008, “Chamado de todos; Missão de cada um” – priorizaram o envolvimento da igreja na obra de missões e a lembrança de que cada crente tem seu papel na obra missionária. Neste ano, a idéia é despertar os vocacionados para que dêem uma resposta positiva ao clamor das nações que sofrem sem o amor de Cristo.

Para alcançar este objetivo o tema de 2009 é: “As nações clamam! Então Usa-me, Senhor”, baseado em Isaías 6.8 – “Depois disto ouvi a voz do Senhor, que dizia: A quem enviarei, e quem há de ir por nós? Então disse eu: Eis-me aqui...”.

Desejamos que esta seja uma Campanha diferente. Oramos para que seja um tempo de despertamento de vocações. Isto porque entendemos que vocacionado não é só aquele que deixa sua igreja, sua família, sua pátria e vai para os campos de missões. Todos são chamados – o vocacionados! – para orar, para despertar, para mobilizar...

Nosso desejo é que você, Promotor ou Líder de Missões, utilize o material promocional como uma poderosa ferramenta nessa tarefa. Certamente esta revista o ajudará muito a planejar e executar a Campanha. A cada página você encontrará dicas e idéias que ajudarão no envolvimento missionário da sua igreja.

Neste ano a Campanha destaca o trabalho missionário nas duas nações mais populosas do planeta: China e Índia. Nesses campos, Deus tem feito uma obra maravilhosa. O DVD Missionário traz documentários impactantes da realidade e do trabalho missionários nessas nações. Não deixe de exibi-los.

Agora, mãos à obra! Reúna-se com o seu pastor e com sua equipe e, juntos, montem o cronograma da Campanha Missionária. Mostre os desafios missionários e os alvos de Missões Mundiais para 2009. Juntos, façam a maior Campanha da história da sua igreja!

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domingo, 5 de julho de 2009





Deus levanta homens no dia a dia, basta a nós que saibamos identifica-los, Deus fala a toda hora, mais é quando estamos fracos e cegos que escutamos.
A tudo permite para que Ele possa cumprir a promessa dEle em nós.

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quarta-feira, 3 de junho de 2009

Eu Tenho Um Sonho


Eu Tenho Um Sonho
Martin Luther King, Jr.
28 de agosto de 1963 Washington, D.C.


Quando os arquitetos de nossa república escreveram as magníficas palavras da Constituição e da Declaração de Indepêndencia, estavam assinando uma nota promissória de que todo norte americano seria herdeiro. Esta nota foi a promessa de que todos os homens, sim, homens negros assim como homens brancos, teriam garantidos os inalienáveis direitos à vida, liberdade e busca de felicidade.

Mas existe algo que preciso dizer à minha gente, que se encontra no cálido limiar que leva ao templo da Justiça. No processo de consecução de nosso legítimo lugar, precisamos não ser culpados de atos errados. Não procuremos satisfazer a nossa sede de liberdade bebendo na taça da amargura e do ódio. Precisamos conduzir nossa luta, para sempre, no alto plano da dignidade e da disciplina. Precisamos não permitir que nosso protesto criativo gere violência físicas. Muitas vezes, precisamos elevar-nos às majestosas alturas do encontro da força física com a força da alma; e a maravilhosa e nova combatividade que engolfou a comunidade negra não deve levar-nos à desconfiança de todas as pessoas brancas. Isto porque muitos de nosssos irmãos brancos, como está evidenciado em sua presença hoje aqui, vieram a compreender que seu destino está ligado a nosso destino. E vieram a compreender que sua liberdade está inextricavelmente unida a nossa liberdade. Não podemos caminhar sozinhos. E quando caminhamos, precisamos assumir o compromisso de que sempre iremos adiante. Não podemos voltar.

Digo-lhes hoje, meus amigos, embora nos defrontemos com as dificuldades de hoje e de amnhã, que eu ainda tenho um sonho. E um sonho profundamente enraizado no sonho norte americano.

Eu tenho um sonho de que um dia, esta nação se erguerá e viverá o verdadeiro significado de seus princípios: "Achamos que estas verdades são evidentes por elas mesmas, que todos os homens são criados iguais".

Eu tenho um sonho de que, um dia, nas rubras colinas da Geórgia, os filhos de antigos escravos e os filhos de antigos senhores de escravos poderão sentar-se juntos à mesa da fraternidade.

Eu tenho um sonho de que, um dia, até mesmo o estado de Mississipi, um estado sufocado pelo calor da injustiça, será transformado num oásis de liberdade e justiça.

Eu tenho um sonho de que meus quatro filhinhos, um dia, viverão numa nação onde não serão julgados pela cor de sua pele e sim pelo conteúdo de seu caráter.

Quando deixarmos soar a liberdade, quando a deixarmos soar em cada povoação e em cada lugarejo, em cada estado e em cada cidade, poderemos acelerar o advento daquele dia em que todos os filhos de Deus, homens negros e homens brancos, judeus e cristãos, protestantes e católicos, poderão dar-se as mãos e cantar com as palavras do antigo spiritual negro: " Livres, enfim. Livres, enfim. Agradecemos a Deus, todo poderoso, somos livres, enfim.


Discurso pregano no dia 4 de abril de 1968.
O pastor batista de 39 anos preparava-se para uma marcha em favor dos direitos dos negros. Uma bala interrompeu sua vida, mas não seu sonho. Assim como sua vida desde muito jovem era movida pela força do sonho e alavancada pela u-topia que é o motor da história, assim também a bala assassina a eliminou o seu corpo, mas não a eliminou o seu sonho.



Postado por Pr.S.Mazaroto

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terça-feira, 26 de maio de 2009


Não sabes, não ouviste que o eterno Deus, o SENHOR, o Criador dos fins da terra, nem se cansa, nem se fatiga? Não se pode esquadrinhar o seu entendimento. Faz forte ao cansado e multiplica as forças ao que não tem nenhum vigor.
Isaías 40:28-29



Pensamento: Deus é eterno. Ele tem poder ilimitado. Sua fonte de força é infinita. Ele abençoa e compartilha Sua graça sem se cansar. Além do mais, ele anseia compartilhar Seu poder e graça conosco diariamente.

Ora?o: Todo Poderoso e eterno Deus, amoroso e generoso na sua misericórdia, obrigado por me dar força no meu cansaço, direção na minha confusão e esperança no meu desespero. Por favor, abençoe-me com coragem de seguir a Sua vontade e confiança na Sua presença através do Espírito Santo. No nome de Jesus eu oro. Amém.

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quinta-feira, 7 de maio de 2009

Vivemos uma época em que as coisas periféricas da vida estão substituindo os conteúdos essenciais da fé cristã, desviando os crentes da prática de um cristianismo bíblico e simples. Hoje, um sem-número de demandas fazem com que nossa atenção, energias, dons e relacionamentos se desgastem nas notas de rodapé de uma religiosidade quase vazia.

Dentre as coisas essenciais da vida cristã, não há como perder de vista o amor. Preocupo-me quando apregoamos uma verdadeira espiritualidade, mas não amamos. Algo está muito errado quando a igreja não consegue chorar com os que choram ou quando nossos relacionamentos vão se tornando cada vez menos sinceros e mais utilitários. Parece que o mundo age com mais graça e misericórdia com o caído do que o povo de Deus, que deveria ajudá-lo a se erguer. Quando a igreja passa a definir sua experiência de fé a partir de seus ajuntamentos solenes, e não dos seus relacionamentos diários, é hora de parar e pensar sobre o que temos feito do Evangelho.

Ao escrever sua primeira carta à igreja de Corinto, Paulo reserva os capítulos 12 e 14 para explanar acerca dos dons espirituais, pois era um assunto de interesse e necessidade. Ali, o apóstolo elaborou um dos textos mais definidores da nossa fé, o de I Coríntios 13, que nos apresenta a centralidade do amor na vivência cristã. O escritor adverte a comunidade cristã sobre o risco de se construir uma igreja com aparência, forma e discurso espiritual, mas de fato carnal; uma igreja com a manifestação de dons espirituais, mas sem o essencial da fé. A mensagem é clara: o amor é superior aos dons. Sempre temo reler os três primeiros versículos deste capítulo, pois confrontam minha vida ao afirmar que posso ter dons espirituais, uma fé enorme ou praticar toda sorte de ações sociais e, no entanto, nada disso ser aproveitado caso seja feito sem amor. O amor, como aqui exposto, não é apenas superior aos dons, mas um marcador de nossa identidade cristã. Somos dele quando buscamos amar.

Isso significa que nossa vida em Cristo não pode ser definida puramente pelos dogmas que entendemos e aceitamos, por um lado, nem mesmo pelas experiências de espiritualidade que vivenciamos, por outro. Sem amor, uns e outras serão vazios de significado. Nossa vida em Cristo é definida pela presença do amor que não apenas é essencial como também é automanifesto. Para nosso temor e tremor, o Espírito descreve neste capítulo que o amor é perceptível, deixa marcas. Ele é prático, notável e visível. Ele é paciente, esperando pela hora oportuna para o outro; é benigno, fazendo com que a dor do vizinho seja também a nossa. Este amor não arde em ciúmes, portanto evita comparações e se nega a criticar o próximo. Torna-se, assim, impossível amar sem estas evidências, ou seja, sem que as marcas do amor sejam vistas pelos que passam pela mesma estrada que nós. Precisamos amar o próximo, no mínimo, para não criticá-lo. Este próximo, o outro, diferente de nós, é nossa base de testes, o cenário onde devemos aprender a praticar o ato mais sublime que vem do Pai.

O amor prova a espiritualidade. Somos naturalmente seres construtores de máscaras e tais máscaras tendem a esconder aquilo que é nitidamente carnal e vergonhoso. Assim, usando máscaras bem elaboradas, podemos falar sobre fé sem de fato crer; pregar contra o pecado sem intimamente repudiá-lo; expor sobre o amor e na manhã seguinte prejudicar o irmão. Um mecanismo que claramente prova nossa espiritualidade é este: atos de amor.

O oposto do amor também é evidente. Gera incrível tolerância com nossas próprias limitações e fraquezas e torna-se gravemente intolerante com o próximo. Desta forma, se alguém conversa com formalidade, é antipático; mas se nós o fazemos, somos respeitosos. Se alguém brada ao pregar, está sendo artificial. Se nós bradamos, contudo, é sinal de espiritualidade. Se alguém não faz algo, é preguiçoso; mas se somos nós que não fazemos, é porque somos ocupados. Se alguém contrai uma dívida, a nosso juízo é um irresponsável; contudo, se nós nos endividamos, é porque recebemos pouco. Se alguém discorda, é soberbo; mas, se nós discordamos, somos criteriosos.

Para nós, se alguém critica, ele o faz por estar tomado de inveja ou ciúmes. Se nós criticamos, no entanto, estamos sendo zelosos. Se alguém repete um sermão, está sendo desleixado; mas, se somos nós que incorremos nesta prática, é porque “Deus quer falar novamente ao seu povo”. Se alguém erra, pensamos assim: “Era de se esperar” – mas, se o erro é nosso, ora, errar é humano… Se alguém cai, temos pronta a opinião de que suas atitudes carnais já indicavam esta possibilidade. Mas se nós caímos, é porque o inimigo preparou-nos uma armadilha. Se alguém brinca, está sendo mundano. Se nós brincamos, somos informais. Se alguém ofende no falar, é descontrolado; se nós o fazemos, somos sinceros. E por aí vai. Sim, o amor testa a espiritualidade.

Do versículo nove em diante, vemos que o amor é um aprendizado. Eu era menino e agora sou homem; via de forma obscura e agora vejo claramente. Ou seja, amar é um processo, uma caminhada. Nós não nascemos amando.

Para amarmos devemos pedir que o Senhor nos ajude. O salmista, no Salmo 119.2, afirma que andará nos caminhos do Senhor quando Ele dilatar o seu coração. Precisamos de corações dilatados, abertos, prontos para amar. Peçamos ao Pai, pensando nos cenários diários de nossas vidas, dizendo: ensina-me a amar. Para amar precisarmos também nos desapegar daquilo que é incompatível com o amor. John Edwards, em seu livro Afeto religioso, nos fala sobre a incompatibilidade do amor com as palavras de agressão. Devemos nos desprender daquilo que pretere o amor em nossas vidas. Jamais amaremos enquanto nossa agenda diária estiver repleta de competitividade, ciúmes, falso zelo, comparações desnecessárias, soberba e agressões.

Lutero, citado por Mahaney em seu livro From Glory to Glory, nos disse que “esta vida, portanto, não é justiça, mas crescimento em justiça. Não é saúde, mas cura. Não é ser, mas se tornar. Não é descansar, mas exercitar. Ainda não somos o que seremos, mas estamos crescendo nesta direção. O processo ainda não está terminado, mas vai prosseguindo. Não é o final, mas é a estrada. Todas as coisas ainda não brilham em glória, mas todas as coisas vão sendo purificadas”.

Após pregar sobre os essenciais da nossa fé, na Igreja Konkomba de Gana em 1999, lembro-me que um dos crentes me procurou após o culto perguntando: “Por onde devo começar?” Fui para casa pensando nesta pergunta. No outro dia, o procurei e rapidamente encontrei-o embaixo de uma árvore rodeado por amigos em alegre conversa. Sentei-me ao seu lado e sussurrei no seu ouvido: “Comece procurando aquele com o qual você foi intolerante, e não amou como Cristo”. Após um minuto pensando, ele se levantou e saiu caminhando com passos curtos e lentos. Santa caminhada. Não é atitude fácil, mas certamente alegra o coração daquele que é Amor.

Ronaldo Lidório

Via Solomon1

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segunda-feira, 4 de maio de 2009

Se, porém, algum de vós necessita de sabedoria, peça-a a Deus, que a todos dá liberalmente e nada lhes impropera; e ser-lhe-á concedida.


Pensamento: Tantas vezes agimos movidos por nossa ignorância e sofremos conseqüências graves pelas nossas ações. Deus anseia nos conceder sabedoria espiritual que nos ajuda a tomar decisões sábias e também nos dá a habilidade de agir e reagir com graça e sabedoria. Antes de começar cada dia, antes de encarar as situações desafiadoras, antes de tomar decisões difíceis, vamos procurar o rosto de Deus e pedir Seu dom de sabedoria.

Ora?o: Santo Pai preciso da Sua sabedoria para me ajudar a tomar decisões certas nos desafios e situações que me confrontarão hoje. Por favor, derrame Sua sabedoria sobre meu coração e cabeça, para que minhas ações, palavras e escolhas serão agradáveis ao Senhor, e uma bênção para as pessoas ao meu redor. No nome de Jesus eu oro. Amém.

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sexta-feira, 24 de abril de 2009

INVEJA


A INVEJA

Eclesiastes 4:4



INTRODUÇÃO



Fico imaginando os Invejosos escribas e fariseus da época de Jesus Cristo. O pensamento deles era: como um homem carpinteiro pode realizar todas essas maravilhas. Fazer verdadeiras multidões o seguirem, mesmo que às vezes o motivo principal era alimento. Todavia ninguém podia se comparar em conhecimento e sabedoria de Deus do que Jesus Cristo.



Como Jesus nos deu exemplo de mansidão e domínio próprio.



Até no momento da crucificação, ele nos mostrou o quanto é necessário matar a nossa vontade a fim de fazer a vontade de Deus.



MATEUS 27 : 40 – 43


Irmãos, quantos de nós desceria da cruz e acabaria com todos que ali estavam zombando? Mas Jesus pelo contrário, disse ao Senhor: “Pai perdoa-lhes porque não sabem o que fazem!” Jesus é maravilhoso!



Bem, o que podemos compreender com relação ao exemplo de Jesus! Qual é o foco para agirmos de igual modo, com mansidão e domínio próprio!



É preciso exterminar a inveja das nossas vidas.



A INVEJA É COMO CÂNCER



A inveja é como um câncer, se você descobre no início, é mais fácil de lidar e tem grandes chances de exterminar, mas quando descoberto em fase avançada, é mais complicada a recuperação.



A inveja destrói este mundo, elimina nações, culturas, igrejas e até mesmo famílias inteiras. A inveja pode destruir você irmão querido. (Provérbios. 14:30).



Todos nós temos que lutar para eliminar este mal de nossas vidas, pois Jesus nos chamou para termos uma vida feliz, com paz e amor.



A inveja vem e destrói tudo isso irmãos. O objetivo dela é mostrar a cada dia que você pode ser melhor do que os outros que estão ao seu redor, que você pode ter uma vida melhor do que essa vida simples, que você pode ser isso, ou aquilo e tudo mais! Não limita a sua imaginação, não limita a sua vontade, você pode, você tem! E principalmente você pode provar para as pessoas que você “É”!



Mas Jesus veio e disse, que você deve considerar os irmãos superiores a você mesmo, se alguém lhe der um tapa no rosto, dê a outra face, se você quer alguma coisa, não pense neste mundo. Nós somos peregrinos nesta terra, e que todos os esforços sem limites que empregamos aqui neste mundo é como correr atrás do vento!



E sabe o que é pior: às vezes a inveja não estar em ter as coisas do próximo, mas sim no desejo do próximo invejar o que você tem. É incrível! Isso é horrível, não podemos pensar assim!



ECLESIASTES 4 : 4


DEUS SABE O QUE NECESSITAMOS (Ex: Eva, Caim)



Se Deus atendesse os nossos desejos, estaríamos perdidos, pois somos tão invejosos que queremos tudo a qualquer custo, e muitas vezes o fato de não ter algo nos leva a loucura de pensar que Deus não está conosco irmãos!



Mas ele está, e sabe o que nós realmente precisamos e não o que a nossa inveja pede, compreendem?



GÊNESIS 30:1 / TIAGO 4 : 1-3



Deus sabe o que necessitamos, é tão bonito, é maravilhoso, é a certeza que teremos o melhor.



Entretanto, é melhor para muitos, morrer do que te não ter, por exemplo, uma casa própria! E sabe o que acontece, a luta para se ter à casa própria é tamanha, que a pessoa literalmente se mata para conseguir! Compreendem!



Eu não estou querendo dizer que não é para esforçarmos por ter uma casa própria, uma faculdade, um carro ou qualquer sonho, apenas digo que se for da vontade de Deus, você terá, com lutas ou até mesmo sem lutas e com sacrifícios ou até mesmo sem sacrifícios.



Há pessoas que estão mortas para Deus, mortas para a família, mortas para tudo, porque? Estão correndo atrás do vento! Atrás daquilo que não tem valor e isso só faz aumentar a inveja.



INVEJA ASSOCIADA COM AS MURMURAÇÕES



Compreendi, que a origem das murmurações está na vaidade que temos. Nós murmuramos porque não conseguimos algo que esperávamos, nós murmuramos porque o nosso desejo de ter algo é maior do que à vontade de Deus de não nos conceder!



Toda a vez que murmuramos, estamos dizendo a Deus o seguinte: Eu faria melhor do que Deus! Ou Eu sei mais o que é melhor para mim do que Deus!





CONCLUSÃO



Largue tudo isso, as murmurações da vida nos traz o infeliz rótulo de ser uma pessoa amarga, dura, ou mesmo ansiosa e sempre descontente na vida.



Se você se purificar, verá que até a sua saúde irá melhorar, pois não imaginamos o tanto que a vaidade flagela e destrói o nosso corpo! O tanto que essa vaidade, o desejo de ter a qualquer custo, o desejo de ser e estar em uma posição a qualquer custo, nos corroi!



Deus nos prometeu vivermos vinda tranqüila, de paz, amor e alegria através do Senhor Jesus Cristo. Se nós depositamos a nossa esperança em Deus.



I TIMÓTEO 4:10






Pr.S.Mazaroto

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segunda-feira, 13 de abril de 2009

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"(Após Jesus ressuscitar o filho da viúva de Naum) Todos ficaram cheios de temor e louvavam a Deus. “Um grande profeta se levantou entre nós”, diziam eles. “Deus interveio em favor do seu povo.”" Lucas 7:16



Pensamento: Jesus veio fazer a obra de Deus. Jesus veio como o Filho de Deus. Jesus veio para revelar Deus. Jesus veio e o povo louvou a Deus. Jesus veio para que as pessoas pudessem ver a Deus. Você conhece Jesus? Se o conhece, você o conhece tanto quanto deveria? Deixe Jesus agir, Ele deseja ardentemente ressuscitar a tua vida !!!



Oração: Ó Gracioso Pai e Eterno Deus, obrigado por se revelar, e por ter revelado o Seu amor, Sua graça e Sua salvação em Jesus. Obrigado por visitar nosso mundo e nos aceitar como Seus filhos. Ao Senhor, ó Deus, pertencem toda a glória e louvor no nome de Jesus Cristo. Amém.

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"Bem-aventurado aquele cuja transgressão é perdoada, e cujo pecado é coberto." - Salmo 32:1.

O termo "bem-aventurado" significa feliz. Quando falamos em bem-aventuranças logo nos lembramos do sermão da montanha pregado por Jesus no início de seu ministério. No entanto há outros textos bíblicos que citam bem-aventuranças e mostram como o homem pode ser cada vez mais feliz.

O texto de hoje fala sobre a felicidade obtida pela pessoa que é perdoada. Podemos dizer que a felicidade conquistada pelo perdão é proporcional ao peso e angústia decorrente da culpa pelo pecado. Há muitas pessoas que se sentem culpadas por um pecado cometido, vivem angustiadas pela culpa de um ato ou de uma série de atos errados cometidos no passado. Este peso nos incomoda no presente e compromete nosso futuro. Não pode haver felicidade plena quando temos um fardo de culpas para carregar.

O Senhor Jesus veio não apenas para nos perdoar no sentido de eliminação jurídica da culpa, mas para reestabelecer a felicidade e bem-estar decorrentes de uma consciência limpa.

Meu amigo. O Senhor está disposto a nos perdoar pois pagou o preço das nossas culpas. Ele requer apenas duas coisas de nós para que possa nos perdoar: A primeira é a confissão sincera. Devemos orar ao Senhor reconhecendo nossa culpa e confessando nosso pecado. O segundo requerimento de Deus para que tenhamos nossos pecados perdoados é que também perdoemos aqueles que pecaram contra nós.

Que neste dia o Senhor restitua a alegria de Sua justiça em seu coração.

Oração: Pai querido. Obrigado por seu amor e misericórdia. Obrigado por seu desejo de fazer seus filhos felizes. Neste momento quero lhe pedir perdão pelas minhas culpas, palavras impróprias, pensamentos indevidos e ações inadequadas. Faça de mim um novo homem. Perdoa-me e transforma-me. Quero ser feliz novamente. Ajuda-me também a perdoar aqueles que me feriram. Em nome de Jesus eu te peço e agradeço. Amém.

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A minha graça te basta

"E ele me disse: A minha graça te basta, porque o meu poder se aperfeiçoa na fraqueza. Por isso, de boa vontade antes me gloriarei nas minhas fraquezas, a fim de que repouse sobre mim o poder de Cristo. Pelo que sinto prazer nas fraquezas, nas injúrias, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por amor de Cristo. Porque quando estou fraco, então é que sou forte." - II Coríntios 12:9-10.



Muitas vezes olhamos para os patriarcas, profetas e apóstolos e pensamos que eram super-homens da fé - homens sem problemas, sem necessidades e que encaravam as perseguições com naturalidade. Não é bem isso que a Bíblia ensina. Os homens de Deus do passado, assim como nós hoje, também tinham seus momentos de carência, fraqueza e angústia.

Paulo por várias vezes orou ao Senhor pedindo que o livrasse de um problema que ele chamava de "espinho na carne", uma provável referência a um problema físico. Considerando a vida de Paulo, sua dedicação ao ministério, sua fé e relacionamento com Deus, era mais do que esperado que Deus ouvisse e atendesse suas orações e o livrasse deste "espinho na carne". Deus fez muitos milagres através de Paulo, no entanto Deus não atendeu o pedido de Paulo com relação ao "espinho na carne".

Isso pode parecer estranho para o homem, mas Deus tem uma razão para suas ações. A mensagem de Deus para Paulo está no verso de hoje. Podemos interpretar esta passagem desta forma: O poder espiritual é aperfeiçoado quando estamos fracos e quando em nossa fraqueza nos voltamos ao Senhor. Desta forma, quando estamos fracos e buscamos o Senhor então nos tornamos fortes do ponto de vista espiritual.

Amigo. Se hoje você se sente fraco, debilitado, incapacitado, doente ou angustiado e diante disso tem clamado ao Senhor, não estranhe se o Senhor não atender imediatamente suas orações da forma como você espera que Ele atenda. O Senhor age de forma diferente da que imaginamos. Embora Deus se preocupe com nossa felicidade e bem-estar físico, a prioridade para Ele é a salvação de nossa alma. Deus tem uma forma e um tempo para tudo. Coloque-se em Suas mãos e confie nele. Estando ao lado do Senhor, mesmo fraco estou forte.

Oração: Pai de amor e de bondade. Muitas vezes tenho orado e clamado a ti mas parece que o Senhor não me ouve. Às vezes penso que devo parar de orar e que minhas orações estão sendo em vão ou então que meus pecados são muitos e que não sou digno de ser ouvido e atendido por ti. Mas no fundo do meu coração sinto o seu Espírito me falar que devo continuar em oração. Senhor, não quero mais me preocupar com o que vai acontecer. Apenas continuarei orando a ti esperando força espiritual conforme sua promessa. Não me abandone. Habita em mim. Em nome de Jesus eu peço. Amém.

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"Então lhe disse Davi: Não temas, porque de certo usarei contigo de benevolência por amor de Jônatas, teu pai, e te restituirei todas as terras de Saul, teu pai; e tu sempre comerás à minha mesa." - II Samuel 9:7.



Saul, o primeiro rei de Israel, não andou nos caminhos do Senhor. Por este motivo o Senhor retirou de Saul o reino e o deu a Davi. Saul, quando percebeu que sua fama estava sendo sobrepujada pela de Davi, iniciou uma perseguição ao futuro rei de Israel. O mais impressionante desta história é que Jônatas, filho de Saul e natural sucessor na liderança de Israel, foi um grande amigo de Davi e trabalhou para proteger sua vida. Após a morte de Saul e de seu filho Jônatas numa batalha, Davi assumiu oficialmente a liderança de Israel.

Antigamente, quando um novo rei assumia o trono era costume matar os descendentes do rei anterior para não correr o risco de perder o poder para algum deles. Houve alguns que, por amor ao poder, mataram seus próprios irmãos (Abimeleque foi um destes - veja Juízes 9). Além disso o novo rei tomava as terras e propriedades do antigo rei e de seus familiares. Surpreendentemente Davi, ao assumir o reino, buscou fazer o bem para os descendentes de Saul por amor a Jônatas, seu grande amigo. Descobriu que havia um filho de Jônatas chamado Mefibosete, aleijado dos dois pés. Davi restituiu a Mefibosete as terras de Saul e também deu a Mefibosete o privilégio de comer à mesa do rei.

Quando Mefibosete ouve esta proposta de Davi questiona: "Que é o teu servo, para teres olhado para um cão morto tal como eu?" (II Sam. 9:8). Por que Davi pouparia a vida de um descendente aleijado de um rei que o havia perseguido?

Algo muito semelhante ocorre no reino de Deus. Nosso Pai Eterno olha para a raça humana caída, uma raça que por causa do pecado perdeu a vida e o paraíso e diz: "Por amor do meu Filho Jesus eu preservo sua vida, eu lhe restituo a terra perdida e faço com que venhas comer em minha mesa." Diante disso, nós, pecadores, aleijados espirituais das duas pernas, questionamos: "Quem somos nós, Senhor, para que nos considere e nos restitua o que perdemos? Somos como cães indignos, os nossos pecados mataram o Seu amado Filho." Então o Pai nos responde: "Há apenas uma resposta para isso: Faço isso a você por amor ao meu Filho Jesus".

Meu amigo. Medite hoje no grande amor que o Pai tem por nós. Ele restituirá o que perdemos. Não restituirá da forma como esperamos, mas de modo forma muito mais maravilhosa.

Que Deus abençoe o seu dia.

Oração: Pai de Amor. Obrigado, obrigado, obrigado por seu infinito amor. Obrigado por restituir em mim a alegria da salvação. Obrigado porque eu, mesmo sem merecer, posso diariamente me alimentar em sua mesa. Sou como Mefibosete, aleijado, descendente de caídos, digno de morte. Mas o Senhor estende sua mão sobre mim e movido pelo amor me dá o que não mereço. Não tenho palavras para agradecer o que o Senhor tem feito por mim. Aceite meu coração neste dia. Em nome de Jesus. Amém.

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segunda-feira, 6 de abril de 2009

Porque o PEIXE é o símbolo do Cristão?


Na imagem acima, vemos o peixe com suas letras gregas, atual símbolo do Cristianismo. Mas você sabe porque? A palavra grega para peixe é ICHTHUS e as suas cinco letras formam o acrônimo grego com a frase:

Iesus Christus Theou Yicus Soter, que quer dizer: Jesus Cristo filho de Deus Salvador.

O desenho de um peixe tornou-se símbolo dos primeiros cristãos que, em tempos de perseguição, o usavam como sinal secreto da fé. Onde, para um cristão identificar se uma outra pessoa era irmão na fé, desenhava um arco na areia. Se a outra pessoa era cristã, desenhava o arco ao contrário, formando assim, o desenho de um peixe.

Com o passar dos anos a figura do peixe associou-se então ao Cristianismo.


Pr.S.Mazaroto
Fonte: http://lilianecosta.moblog.vivo.com.br/v1/post.aspx?ip=237646

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quarta-feira, 1 de abril de 2009

"E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre." 1 João 2:17


Pensamento: Muitos confessam que crêem em Jesus, mas permanecem totalmente ou parcialmente envolvidos com o mundo, refugiando-se numa religião sem perceber que ela mesmo faz parte deste sistema, pois onde quer que o poder natural do homem domine, existe neste sistema um elemento sob a inspiração do inimigo. Salvação é não pertencer ao padrão de coisas do adversário, é colocar o coração naquilo que é de Deus, é tomar como objetivo seu propósito eterno em Jesus, é caminhar para este propósito e ser liberto a todo instante do domínio e influência do mundo e de tudo o que nele há.



Oração: Pai querido, muitas vezes somos tentados pelas coisas deste mundo, e nossos desejos fazem nos entregarmos as vontades da carne. Mas eu sei que estas coisas são passageiras, e o que importa é fazer a Tua vontade. Por isso eu rogo para que o Senhor me ajude a caminhar na Tua vontade. Em nome de Jesus. Amém.


S.M

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sexta-feira, 27 de março de 2009

Nosso Site ja esta disponível!!





Copie o Link e cole no navegador!!

http://familiatacaruna.wordpress.com

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quinta-feira, 5 de março de 2009

Diferentes? Nem tanto!


Acho que desde que aprendemos a nos comunicar uma questão é sempre posta: somos iguais ou somos diferentes como pessoas? Durante muitos anos a resposta dizia que, sim, éramos diferentes, e não só pela cor da pele, dos cabelos, dos olhos. Foi nesta diferença que se basearam todos os argumentos raciais, traçando a superioridade de uma raça sobre a outra.

Nos tempos mais modernos, o argumento racional foi perdendo força. Chegamos, então, à pesquisa de genes e, com ela, veio a certeza que somos todos humanos, não importa se negros, brancos, amarelos, mulatos ou pardos. Diziam-nos os cientistas que, do ponto de vista do genoma, éramos pelo menos 99% iguais. E se chegamos tão próximo dos 100%, de nada adianta falar em diferenças.

É assim, somos diferentes, mas também somos iguais, ( não estou tentando fazer algum tipo de paradoxo)
más na vida cristã é assim.

Em Atos 15 quando estava havendo na igreja primitiva algumas contendas entre os fariseus e os anciãos sobre algumas coisas que eles achavam essenciais guardar, na ocasião era a circuncisão, o apóstolo Pedro inicia falando assim:

8 E Deus, que conhece os corações, lhes deu testemunho, dando-lhes o Espírito Santo, assim como também a nós;
9 E não fez diferença alguma(Jesus) entre eles e nós, purificando os seus corações pela fé.


É obvio que somos diferentes, mas pelo único Salvador de nossas vidas temos algo em comum.

Reflitam:
Jesus amou a todos do mesmo jeito, Ele deu a Sua vida para que possamos apesar das diferenças,em Seu Nome sermos iguais.
Somos imagem e semelhança de Deus, vamos valorizar.

Pr. Sanderson Mazaroto

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domingo, 1 de março de 2009


Nos ALtos Montes de seu Coração....




No Himalaia é frequente durante toda época do ano que suas montanhas e florestas fiquem cobertas de gelo, mas existe um período no ano em que uma coisa diferente acontece, uma mudança repentina no clima deste país... O verão.

No verão, onde o sol bate com toda força durante todos os dias nos Montes deste país é que acontece algo incrível.Aqueles montes gigantescos e fortes, que predominam nesta região durante toda época do ano descongelam e migram para os rios das redondezas e cidades vizinhas, onde nesta temporada existem mais peixes e vida para esta região do qualquer mês do ano.








Às vezes os nossos corações parecem fortes e grandes, iguais a esses Montes... Mas na verdade estão congelados e frios com as dificuldades do dia-dia, e não podemos mais acreditar em ninguém, não a mais em que confiar.

Mas acontece que aparece uma luz quente, confortante, deliciosa e calorosa da qual derrete as nossas dores, tristeza, sofrimento, e são levados para longe de sua vida de uma forma que agora a única coisa que você quer é viver sempre confortável neste calor.

Assim é Jesus Cristo em nossas vidas, Ele vem e descongela a sua alma, que antes estava morta.



Existe uma música de David Quinlan que retrata bem isso:

Dos montes corre para o mar
Teu rio de amor por mim
Eu abrirei meu coração
Deixando Tua cura entrar
ALegro-me por a Ti pertencer
Levantarei a minha mão
O Teu amor me alcança e me faz louvar a Ti


Cantarei Teu amor pra sempre
Cantarei Teu amor pra sempre ...

Meu coração exulta
De alegria eu canto
Se o mundo conhecer a Ti Jesus
Ele se encherá, com a Tua alegria


Cantarei Teu amor pra sempre
Cantarei Teu amor pra sempre ...



Reflita:
Não importa como seja a sua vida, deixe Ele cuidar de você, talvez o inverno volte, mas agora você não esta mais sozinho(a) neste frio, você tem um Amigo para aquecer-te a toda hora.


Que Deus abençoe a sua vida ricamente.


Pr. Sanderson Mazaroto

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quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Está Consumado !!!


"Está consumado!"
João 19:30

Há vários anos atrás, Paul Simon e Art Garfunkel nos encantaram com uma canção de um menino pobre que foi para Nova Iorque em sonho e caiu vítima da vida cruel da cidade. Sem dinheiro, tendo apenas estranhos como amigos, ele passava os dias "escondido, procurando os lugares mais pobres onde os mendigos vão, buscando pontos que só eles conhecem ".[1]

É fácil imaginar esse jovenzinho de rosto sujo e roupas velhas, procurando trabalho e não encontrando. Ele se arrasta pelas calçadas, lutando contra o frio e sonhando em ir para algum lugar "onde os invernos da cidade de Nova Iorque não me façam sangrar, levando-me para casa".

O garoto pensa em desistir. Em voltar para sua cidade. Desistir — algo que nunca pensou que pudesse fazer.

Mas no momento em que pega a toalha para atirá-la ao ringue, encontra um boxeador. Lembra-se destas palavras?

No espaço vazio se acha um lutador profissional levando com ele cada golpe que que o cortou até que gritasse de ira e vergonha – "Vou embora, vou embora!" mas o lutador permanece mesmo assim.[2]

"O lutador permanece." Existe algo magnético nessa frase. Ela soa autêntica.

Os que permanecem como o lutador são uma espécie rara. Não quero dizer necessariamente vencer, mas apenas permanecer. Ficar agarrado ali. Terminar. Não ir embora até que seja feito. Mas infelizmente muitos poucos de nós fazem isso. Nossa tendência humana é desistir cedo demais. Nossa inclinação é parar antes de cruzar a linha de chegada.

Nossa incapacidade de terminar o que começamos é vista nas menores coisas:

Um jardim com metade da grama cortada.
Um livro lido pela metade.
Cartas começadas, mas inacabadas.
Um regime posto de lado.
Um carro sobre cavaletes.


Ou se mostra nos pontos penosos da vida:
Uma criança abandonada.
Uma fé vacilante.
A pessoa que muda sempre de emprego.
Um casamento falido.
Um mundo não evangelizado.

Estou tocando em algumas feridas abertas? Há qualquer possibilidade de estar me dirigindo a alguém que esteja considerando desistir? Se estou, quero encorajar você a permanecer. Quero encorajá-lo a lembrar a determinação de Jesus na cruz.

Jesus não desistiu. Não pense, porém, nem por um minuto, que não foi tentado a fazê-lo. Observe como ele estremece ao ouvir seus apóstolos caluniarem e discutirem. Olhe para ele quando chora junto ao túmulo de Lázaro ou quando se lamenta ao agarrar-se ao solo de Getsêmani.

Ele jamais quis desistir? Claro que sim!

Essa a razão pela qual suas palavras são tão esplêndidas. "Está consumado."

Pare e ouça. Você pode imaginar o grito da cruz? O céu está escuro. As outras duas vítimas gemem. As bocas zombeteiras se calaram. Talvez haja trovões. Talvez choro. Talvez silêncio. Jesus inala então profundamente, empurra os pés sobre o prego romano e grita: "Está consumado!"

O que estava consumado?

O plano da redenção do homem, longo como a história, estava consumado. A mensagem de Deus para o homem havia terminado. As palavras de Jesus como homem na terra não mais se repetiriam. A tarefa de escolher e treinar embaixadores terminara. O trabalho estava terminado. A canção fora cantada. O sangue derramado. O sacrifício feito. O aguilhão da morte fora removido. Tudo acabara.

Um grito de derrota? Dificilmente. Se as suas mãos não tivessem sido pregadas, ouso dizer que um punho triunfante teria sido levantado para o céu escuro. Não, não foi um grito de desespero. Mas de realização. Um grito de vitória, de cumprimento. Também um grito de alívio.

O lutador permaneceu. E agradecemos por tê-lo feito. Graças a Deus que Ele suportou.

Você está prestes a desistir? Não faça isso. Está desanimado como pai? Fique firme. Está cansado de fazer o bem? Faça apenas um pouco mais. Está pessimista em relação a seu emprego? Arregace as mangas e persevere. Não existe comunicação em seu casamento? Dê-lhe mais uma injeção. Não consegue resistir às tentações. Aceite o perdão de Deus e continue em frente. Seu dia está cheio de tristeza e desapontamentos? Seus amanhãs estão-se transformando em "nuncas"? A esperança é uma palavra esquecida?

Lembre-se, quem persevera não é aquele que não apresenta ferimentos nem está cansado. Pelo contrário, ele, como o lutador de boxe, está cheio de cicatrizes e sangrando. Estas palavras foram atribuídas a Madre Teresa: "Deus não nos chamou para ser bem-sucedidos, mas fiéis." O lutador, como nosso Mestre, foi traspassado e está cheio de dores. Ele, como Paulo, pode ter sido até algemado e açoitado. Mas permanece, persevera.

A Terra Prometida, diz Jesus, aguarda os que perseveram.[3] Ela não é apenas para aqueles que alcançam a vitória ou bebem champanhe. Não, de modo algum. A Terra Prometida é para aqueles que simplesmente permanecem até o fim.

Vamos perseverar.

Ouçam este coro de versículos destinados a dar-nos poder para manter-nos firmes:

Meus irmãos, tende por motivo de toda a alegria o passardes por várias provações, sabendo que a provação da vossa fé, uma vez confirmada, produz perseverança.[4]

Por isso restabelecei as mãos descaídas e os joelhos trôpegos; e fazei caminhos retos para os vossos pés, para que não se extravie o que é manco, antes seja curado.'[5]

E não nos cansemos de fazer o bem, porque a seu tempo ceifaremos, se não desfalecermos.'[6]

Combati o bom combate, completei a carreira, guardei a fé. Já agora a coroa da justiça me está guardada, a qual o Senhor, reto juiz, me dará naquele dia; e não somente a mim, mas também a todos quantos amam a sua vinda.'[7]

Bem-aventurado o homem que suporta com perseverança a provação; porque, depois de ter sido aprovado, receberá a coroa da vida, a qual o Senhor prometeu aos que o amam.'[8]

Obrigado, Paul Simon. Obrigado, apóstolo Paulo. Obrigado, apóstolo Tiago. Mas, obrigado mais que tudo ao Senhor Jesus, por nos ensinar a perseverar, a nos manter firmes e, no final, a terminar.


Max Lucado

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